sexta-feira, 21 de março de 2008

Um mundo chamado GOOGLE


A ferramenta mais usada hoje em dia pelos seres humanos tem nome, o GOOGLE.
O site de pesquisa mundialmente conhecido, tem seus alicerces que o ajudam a cada vez crescer mais e mais, nele além de encontrar diversos documentos, se tem disponibilidade de imagens e muitas outras informações que se dizem escondidas na rede. O GOOGLE depois se tornar o maior site de pesquisa, resolveu lançar outras formas de se segurar na rede, o google docs, muito usado pelos profissionais de jornalismo, o gmail, usado pela maioria das pessoas por ser um e-mail que possibilita guardar todos os seus documentos sem precisar ficar esvaziando a lixeira ou limpando a sua caixa de entrada, por ter uma grande capacidade de armazenamento, depois disso mais designado para a área jovem vem o gtalk, que proporciona falar com seus amigos virtualmente através de salas de reservadas de bate papo, um similar do Messenger, desenvolvido pela Microsoft, depois da ferramenta de conversação o google investe pessado no Orkut, a onda do momento dos jovens de todo o mundo, nele se é possível conversar com o mundo inteiro e claro, com seus amigos mais próximos, te possibilitando também achar parentes e amigos de infância que não vê a muito tempo.
Por ter seu nome conhecido mundialmente e com todas essas ferramentas, o google para muitos, acaba se tornando o vilão da internet, para mostrar um pouco isso, o tão temido pelos outros sites lançou uma novidade que nenhum site de web tinha lançado ainda, o primeiro celular com o software do google, o novo aparelho se chamará “Dream” um aparelho com uma plataforma android terá tela sensível ao toque, muitos dizem que é uma copia do iPhone, da concorrente Apple. O novo aparelho trará juntamente ao seu console um programa que possibilita reunir os serviços de mapa e busca em aparelhos portáteis. O google lançou a plataforma android, em Novembro do ano passado em parceria com mais de 34 empresas que formaram uma aliança chamada Open Handset, entre elas predominam a Samsung, HTC, Lg e Motorola. O novo celular não tem previsão de lançamento.
Agora pense o que quiserem do GOOGLE, por que para muitos ele continua sendo útil no seu dia a dia e para outros uma enorme potência mundial que atrapalha na vida de grandes empresas da comunicação.
O que vocês acham??
Guilherme Max

quinta-feira, 20 de março de 2008

UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA

No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, aproximadamente 600 pessoas se formam em Relações Públicas todos os anos. Destes, apenas 10% possuem registro oficial no Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas da 4ª Região (Conrerp RS/SC). Não tenho dúvidas de que o que acontece nas regiões citadas se reflete em todo o País. Em outubro de 2006, tivemos mais uma comprovação dessa diferença. Nas últimas eleições para o Conselho, tínhamos somente 7.034 votantes em todo o Brasil¹. Um número baixíssimo se considerarmos como base a média anual do RS e SC, citada anteriormente. Mas por que tamanha discrepância numérica? Talvez a falta de informação em relação à importância deste registro seja um dos motivos.
Além de ser lei, ter o registro profissional nos qualifica, agrega valor, gera a sensação de orgulho e de dever cumprido. Quantas vezes vemos e ouvimos pessoas se intitularem Relações Públicas sem terem feito faculdade? Sem terem o conhecimento adquirido com a teoria e com a prática que as universidades nos proporcionam? Inúmeras. É freqüente encontrarmos promoters de bares e discotecas e indivíduos que fizeram “cursinhos” de organização de eventos nos entregarem seus cartões de visitas com a nossa titulação.
Cabe a nós, verdadeiros profissionais de Relações Públicas, darmos início a uma mudança de mentalidade. Ter o registro é, sim, muito importante! Com ele, podemos provar que nos aperfeiçoamos de maneira idônea na profissão.
Mas, para virar o jogo, é fundamental que os Conrerps participem dessa mudança. Não basta punir os infratores, é necessário educá-los. Atuar de forma mais efetiva na conscientização e na valorização da atividade nas universidades talvez seja o primeiro passo da prevenção. Afinal, os estudantes de hoje serão os profissionais de amanhã. Mas como fazer tudo isso se não há arrecadação suficiente nos Conselhos devido ao baixo número de profissionais cadastrados? Essa é uma questão de consciência.
As instituições públicas e privadas também possuem um papel importantíssimo nesse processo de mudança. A contratação de colaboradores registrados deveria ser uma prática comum no nosso dia-a-dia, pois é o registro profissional, em qualquer área, que comprova a aptidão para exercer a atividade escolhida. A exemplo de outras carreiras como medicina, direito, engenharia ou farmácia, a apresentação do registro na entidade de classe é pré-requisito para admissões. E, exceto pela escolha do curso, não somos diferentes desses profissionais.
Portanto, afirmo que é nosso dever valorizar a profissão que escolhemos. O trabalho que devemos realizar aqui é o famoso trabalho em equipe, no qual a persistência deverá ser fator determinante. Se atuarmos juntos, em prol de um bem comum, o resultado será bem mais positivo. Claro que não vamos conseguir mudar tudo de uma hora para outra, mas se cada um de nós, profissionais de verdade, colaborar com a propagação da idéia, muito já terá sido feito.
Dia 22 de novembro é o Dia Nacional de Valorização da Profissão de Relações Públicas e, para finalizar, cito a frase utilizada para divulgar a Campanha: “Relações Públicas: mais que uma profissão, é uma causa, uma paixão, um caso de amor”.
Autor: Fabiana Begnini (Profissional de Relações Públicas da AABB-RS)